segunda-feira, 15 de outubro de 2012
POLÍCIAS GUINEENSES CONTINUAM EM GREVE DE FOME EM LUANDA
Continua a greve de fome levada acabo por um grupo de policias guineenses que se encontram em Angola no quadro dos acordos da Missang – a missão angolana na Guiné-Bissau, que cessou por causa do golpe de estado.
domingo, 14 de outubro de 2012
ENCONTRO dos MILITARES

As chefias militares das Forças Armadas da Guiné Bissau, ao mais alto nível, estiveram reunidos neste sábado (13 de Outubro) durante mais de seis horas com o Governo de transição.
Esta reunião que decorreu em Bissau, marca sobretudo, segundo o Ministro da Defesa Nacional, Celestino de Carvalho o "reencontro dos militares" em desavença desde o último golpe militar de 12 de Abril de 2012.
Mas um dos pontos igualmente fundamentais na reunião, foi também a tentativa de golpe de estado de 26 de Dezembro de 2011, que teria sido protagonizada pelo ex-Chefe de estado Maior da Armada, Bubo Na Tchuto, que participou também no encontro depois de vários meses desaparecido.
O porta voz desse encontro, Celestino de Carvalho, Ministro da Defesa, que em conferência de imprensa disse igualmente que o ex-Primeiro Ministro Carlos Gomes Júnior, não precisa de visto para entrar no país e isto a propósito do seu putativo regresso à Guiné Bissau.
RFI
SERÁ PARA PÔR PONTO FINAL AO QUASE CRÓNICO SOFRIMENTO do POVO GUINEENSE ? OU É MAIS UMA FANTOCHADA ????
sábado, 13 de outubro de 2012
"A verdadeira morte de Amílcar Cabral" de Tomás Medeiros
O escritor São-Tomense Tomás Medeiros lançou esta quinta-feira em Lisboa, no auditório da Fundação Pro Dignitate o seu último livro "A verdadeira morte de Amílcar Cabral", que é, segundo a sua editora Althum uma obra bem documentada, que dá a conhecer as diferentes facetas do fundador do PAIGC, "o político, o guerrilheiro, o escritor e, sobretudo, o humanista".
Tomás Medeiros, considera que "não vale a pena procurar assassinos, mas sim estudar a filosofia política de Amílcar Cabral, que punha em causa os interesses das potências ocidentais, os verdadeiros mentores da morte de Cabral" assassinado em Conacri dia 20 Janeiro de 1973, a escassos 6 meses da proclamação da independência da Guiné-Bissau.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
PAIGC - LIDERANÇA
Domingos Simões Pereira, da Guiné-Bissau, procurou apoio político, falou o que pensa e expôs os planos caso seja eleito o novo presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde, PAIGC.
O ex-secretário executivo da CPLP esteve nos últimos dois dias na Cidade da Praia, em Cabo Verde, para fortalecer relações com autoridades do país no âmbito da sua candidatura à presidência do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde, o PAIGC.
"O comandante Pedro Pires fez a gentileza de me receber. Eu queria mesmo conversar com ele sobre vários assuntos que têm me preocupado e a ocasião foi extraordinária para compartilhar do conhecimento que Pedro Pires tem da comunidade guineense", contou Simões Pereira.
Entre quarta e quinta-feira (4.10), ele se reuniu com empresários e dirigentes políticos cabo-verdianos, entre os quais o primeiro-ministro, José Maria Neves. "Aproveitamos para falar da atualidade guineense, dar-nos conta de uma camada mais jovem dentro do partido que hoje tem o propósito de desenvolver uma plataforma nova, para ser competente mas, sobretudo, apontar uma opção congregando o maior número possível de sensibilidades dentro do partido", explicou Simões Pereira.
Domingos Simões Pereira diz estar à frente de um grupo de guineenses que propõe ao PAIGC e à Guiné-Bissau um projeto novo e ambicioso: "O que eu eventualmente vou dirigir, se me derem essa oportunidade, é um projeto coletivo, de gente que acredita e que tem condimentos necessários para propor ao país uma viragem de página."
A eleição para o próximo presidente do PAIGC está prevista para janeiro de 2013. Além de Domingos Simões Pereira, anunciaram que irão se candidatar também o atual líder e primeiro-ministro deposto guineense, Carlos Gomes Júnior, o empresário Braima Camará e o antigo ministro da Defesa, Aristides Ocante da Silva.
Depois de Cabo Verde, Domingos Simões Pereira desloca-se a alguns países europeus e africanos, entre os quais os da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental, para a apresentação do seu projeto político.
DW
OBRIGADO DOMINGO S. PEREIRA, A GUINÉ PRECISA DE HOMENS ASSIM E DE NOVA VISÃO .
TRANSIÇÃO E DIÁLOGO
A criação de um grupo da sociedade civil e religiosos poderia "abrir o diálogo na procura de soluções" para a crise na Guiné-Bissau, defendeu quinta-feira, na capital guineense, o académico Fafali Koudawo.
Doutorado em Ciências Políticas e reitor da Universidade Colinas de Boé, Fafali Koudawo disse à Agência Lusa que "era importante a criação que uma entidade não comprometida" com os conflitos e acrescentou que "já paira no ar a ideia" de chamar também entidades religiosas, pela credibilidade que têm.
A organização "Voz di Paz", da qual Fafali Koudawo é um dos dirigentes, fez quinta-feira em Bissau um debate sobre os desafios do período de transição na Guiné-Bissau, decorrente do golpe de Estado de 12 de Abril, que depôs os dirigentes Raimundo Pereira, Presidente interino, e Carlos Gomes Júnior, primeiro-ministro.
"A transição não é clara e quanto tempo dura é uma incógnita", disse o académico, frisando que o diálogo era o único propósito da iniciativa.
Para a escritora Odete Semedo, como para Falali, deviam ser organizações sem interesses na crise da Guiné-Bissau decorrente do golpe de Estado que deviam juntar-se e "criar um espaço para se pensar numa agenda nacional guineense".
Actualmente, avisou, a sociedade civil e a população guineense "perderam a voz pelo medo", porque "as pessoas têm medo de dizer o que sentem e de se juntar".
ANGOLAPRESS
FACTOS A TER EM CONTA...
MUTILAÇÃO GENITAL
A Mutilação Genital Feminina afecta 50 por cento das mulheres na Guiné-Bissau, um ano depois de aprovada uma lei que a proíbe, alertou nesta quarta-feira em Bissau o ministro da Saúde do Governo de transição, Agostinho Cá.
"Não é admissível que a cultura seja utilizada como justificação para o sofrimento de parte da população", disse o ministro, na abertura da 'Conferência Islâmica para o abandono da mutilação genital feminina', que durante dois dias junta em Bissau especialistas sobre a prática, muito comum especialmente em África.
Domingas Gomes, presidente de uma organização não-governamental (Sini Mira Nassique) que há mais anos luta contra a prática da excisão na Guiné-Bissau, concorda com o número apresentado pelo ministro, exponenciado pela presença de populações de países vizinhos.
Num inquérito feito pela ONG no ano passado resultou que 44,5 por cento das mulheres guineenses eram mutiladas, mas neste momento a responsável acha que pode ser 50 por cento, "por causa de pessoas dos países vizinhos que estão a excisar as suas crianças às escondidas".
Também presidente do projecto DJINOPI (Djintis nô pintcha, que em português quer dizer "Pessoal, vamos em frente"), que junta organizações que lutam contra a excisão genital feminina e que é apoiada pelo WFD (Weltfriedensdienst, Serviço Comunitário para a paz mundial, de origem alemã), Domingas Gomes garante: apesar da lei que a proíbe, a excisão continua a ser feita na Guiné-Bissau.
"Sabemos que não há aquele número de barracas (para praticar a excisão) como antes, mas continuam a fazer a excisão feminina às escondidas", e agora "de forma muito mais perigosa" porque sem controlo, disse a responsável, considerando que a lei (de Setembro de 2011) é importante mas que o "trabalho essencial" é a sensibilização das comunidades.
Correio da Manhã
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
RECALDO DA da ASSEMBLEIA GERAL da ONU
O presidente de transição regressou nesta quarta-feira a Bissau proveniente de Nova Iorque. Serifo Nhamdajo lamentou o facto de não ter podido, como aliás o presidente interino deposto, proferir uma alocução na Assembleia Geral da ONU e apelou à união dos guineenses.
Na Assembleia Geral da ONU que terminou na segunda-feira em Nova Iorque só a delegação das autoridades depostas guineenses conseguiu a acreditação para acesso à plenária.
A intervenção de Raimundo Pereira, presidente interino deposto, estivera agendada mas acabou por ser apenas distribuída aos presentes.
Um recurso interposto pela CEDEAO, Comunidade económica dos Estados da África ocidental, alegando que se Pereira discursasse tal poderia exacerbar as tensões teria acabado por provocar o cancelamento da alocução da Guiné-Bissau.
Serifo Nhamadjo, presidente de transição, que recebera o mandato da CEDEAO, não pode também discursar, facto por ele lamentado no seu regresso à capital guineense.
RFI
terça-feira, 2 de outubro de 2012
PORQUÊ ????????
CAROS AMIGOS, COMPATRIOTAS E POVO DA GUINÉ, JÁ É TEMPO DE DEIXARMOS DE ENGOLIR DE BOCA CALADA TUDO O QUE NOS DÃO PARA COMER, MESMO SENDO PREJUDICIAL PARA A NOSSA SAÚDE.
A GUINÉ-BISSAU COMPLETOU RECENTEMENTE 38 ANOS(OFICIALMENTE) DA SUA "INDEPEDÊNCIA"...SEMPRE A RECUAR, UM PASSO A FRENTE E CINCO ATRÁS.
JÁ É ALTURA DE REFLETIRMOS, TODOS NÓS, EM CONJUNTO E DECIDIR SE É ISTO QUE QUEREMOS PARA A NOSSA QUERIDA PÁTRIA.
CHEGA...BASTA.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
DISCURSO do PRESIDENTE INTERINO da G.-BISSAU, DEPOSTO COM O GOLPE de ESTADO de 12 de ABRIL de 2012
Excelência Senhor Vuk Jeremic, Presidente da Assembleia-Geral das Nações Unidas,
Excelência Senhor Ban Ki-moon, Secretário-geral das Nações Unidas,
Senhoras e Senhores Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e Senhores Embaixadores,
Excelências,
Senhor Presidente,
Permita-me, antes de mais, felicitar Vossa Excelência pela Vossa eleição à Presidência da 67ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas, fazendo votos que o seu mandato seja coroado de êxitos e deixando, desde já, a garantia de plena cooperação do meu país ao longo desta nobre missão que lhe é confiada.
Igualmente, gostaria de felicitar o Senhor Nassir Abdulaziz Al-Nasser, Presidente da 66ª Sessão da AG da ONU pelo excelente trabalho realizado.
Senhor Presidente,
É com o sentimento de profundo reconhecimento e de gratidão que uso da palavra nesta honrada tribuna, na minha qualidade de Presidente da República Interino, legítimo Presidente do meu país, o que demonstra, de maneira inequívoca, a intolerância da nossa organização em relação às alterações inscontitucionais dos poderes democraticamente instituídos.
O tema proposto para esta Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, "realizar por meios pacíficos o ajustamento ou resolução de situações de caráter internacional" reveste-se de uma importância capital, tendo em conta o atual contexto internacional que o mundo atravessa e a situação de crise vigente na Guiné-Bissau.
Com efeito, o meu país registou no passado dia 12 de Abril de 2012, mais um episódio de golpe de Estado, que culminou com a alteração da ordem constitucional, isto, depois da realização da primeira volta das eleições presidênciais antecipadas, consideradas livres, justas e transparentes pela comunidade internacional.
Anima-me a certeza de ter a legitimidade para falar em nome do povo da Guiné-Bissau, que na sua esmagadora maioria reconhece na minha pessoa o seu representante legal, nos termos da nossa Constituição. Lembro que, aquando do falecimento do Presidente Malam Bacai Sanhá, por força da Constituição da Guiné-Bissau, enquanto Presidente da Assembleia Nacional Popular eleito, assumi o cargo de Presidente da República Interino.
Registamos com particular frustração que a resolução da crise que se instalou na Guiné-Bissau tenha criado fortes divergências entre as diferentes organizações internacionais. Reconhecemos à CEDEAO, com base no princípio da subsidiariedade delegada pela União Africana, a liderança do processo de mediação da crise na Guiné-Bissau. Temos contudo particular dificuldade em compreender que este se apresente em contradição com a salvaguarda dos valores da Democracia e do Estado de Direito, assim como a preservação do respeito e a dignidade da nossa organização subregional.
Lamentamos que a CEDEAO insista em não obedecer aos padrões da Comunidade Internacional, ignorando inclusivê uma resolução especifica do Conselho de Segurança e levando o país ao isolamento total, com graves consequências social e humanitária para o nosso povo. Com efeito, o método e a forma como a CEDEAO diz pretender repôr a legalidade constitucional, demonstram claramente não simplesmente a aceitação mas a premiação do golpe de Estado, o que contraria flagrantemente o princípio da tolerância zero ao acesso ao poder por vias anticonstitucionais, tal como proclamado no seu próprio protocolo sobre a democracia e boa governação.
Senhor Presidente,
As regras e os princípios da democracia e do Estado de direito são objetivos e universalmente reconhecidos por toda a comunidade internacional, pelo que eles devem fundamentar todas as ações políticas que emanam das organizações de que soberanamente somos parte, e as suas interpretações não devem, de maneira nenhuma, ser subjetivas ou equívocas.
Neste contexto, saudamos as claras posições assumidas pela CPLP, União Europeia, União Africana, Organização Internacional da Francofonia e as Nações Unidas, que souberam genuinamente interpretar os referidos princípios e renovamos a esperança de ver a CEDEAO reconsiderar as suas posições e se alinhar com estes importantes parceiros.
Achamos todavia urgente que as Nações Unidas assumam o seu papel de coordenação deste processo tal como recomendado pela Resolução 2048 do Conselho de Segurança, e a Declaração do Presidente do Conselho de Segurança, do dia 30 de Julho de 2012, para que todas as organizações parceiras sejam incluídas na busca de uma solução equilibrada, justa e que responda as aspirações dos guineenses.
Nesta ótica, reiteramos o nosso apelo ao Secretário Geral das Nações Unidas, para a convocação de uma reunião de alto nível para a análise da situação na Guiné-Bissau, com vista a elaboração de uma estratégia global e integrada e a adoção de um roteiro, contendo medidas concretas para o restabelecimento completo da ordem constitucional na República da Guiné-Bissau.
Por outro lado, não nos parece viável qualquer processo de transição na Guiné-Bissau, sem a participação do partido vencedor das últimas eleições legislativas e que governou o país até a data do golpe de Estado, o PAIGC. Pensamos que a eleição de um novo 1º vice-presidente da Assembleia Nacional Popular que possa assegurar a presidência, em exercício, do parlamento e a constituição de um novo governo a ser dirigido por um Primeiro Ministro indicado pelo PAIGC, poderia ser o princípio de uma solução minimamente aceitável e que poderia tirar o país do extremo isolamento em que se encontra desde os trágicos acontecimentos de 12 de Abril.
Parece-nos ainda extremamente importante, diria mesmo decisivo, para que se possa encontrar uma solução duradoura para a crise no país, que a Força da CEDEAO estacionada na Guiné-Bissau seja transformada numa Força multinacional ou internacional com mandato expresso das Nações Unidas e que inclua unidades de outros países da CPLP, de modo a poder garantir, em geral, a segurança a todos os dirigentes políticos e de todos os cidadãos guineenses ao livre exercício dos seus direitos civis e políticos.
E, nesta perspectiva, gostaria de manifestar perante esta magna Assembleia, a minha total disponobilidade e a do Primeiro Ministro, Senhor Carlos Gomes Junior, para cooperar na busca de uma solução consensual que traga a paz, estabilidade e o desenvolvimento à Guiné-Bissau e que permita ao seu povo, exercer o legítimo direito de escolher os seus dirigentes.
Senhor Presidente,
A impunidade na Guiné-Bissau tem constituído uma grande preocupação da comunidade internacional e do povo guineense nos últimos 14 anos e uma das principais causas da instabilidade politico-militar no país.
Gostariamos, por isso, de exortar a Comunidade Internacional no sentido de um maior apoio e envolvimento no prosseguimento dos inquéritos sobre os diversos assassinatos políticos ocorridos no país a fim de serem encontrados os autores destes crimes hediondos e, julgados nos termos da lei, através de um Tribunal internacional ad hoc, independente e credível.
Com efeito, Excelência Senhor Presidente, gostaria, perante esta Magna Assembleia, de reiterar as denúncias que haviamos feito em intervenções anteriores perante o Conselho de Segurança da ONU, sobre a falta das liberdades e dos direitos fundamentais dos cidadãos na Guiné-Bissau.
É preciso que se saiba que desde os trágicos acontecimentos de 12 de Abri, os cidadãos e os partidos políticos democráticos na Guiné-Bissau estão proibidos de se manifestar pacíficamente e de exprimirem livremente as suas opiniões.
Ora, não há democracia sem o exercício livre, por parte dos cidadãos e dos partidos políticos, dos seus direitos e liberdades fundamentais, sendo por isso urgente que se ponha termo a esta situação absurda.
Senhor Presidente,
Gostaria de registar a nossa oposição ao continuo bloqueio a Cuba e nos associarmos aos muitos que exigem o imediato levantamento do embargo. Da mesma forma quero expressar a nossa adesao à responsabilidade que todos devemos paratilhar a bem dos equilibrios globais do ambiente e, desta forma, nos congratularmos com os resultados alcançados aquando da recente conferência mundial do Rio+20.
Para terminar, Senhor Presidente, permita que me dirija aos meus compatriotas na Guiné-Bissau, que sofrem diretamente com a situação prevalecente no nosso país assim como os que estão espalhados pelo mundo fora, para lhes pedir coragem e determinação em evitar o resvalo da Guiné-Bissau para o estatuto de Estado falhado, e que devemos continuar todos a trabalhar de mãos dadas e em harmonia para juntos construirmos uma Guiné Bissau melhor para todos.
Em nome de todo o povo guineense, cumprimento a todos e renovo os nossos sinceros agradecimentos.
BEM HAJA A TODOS!
domingo, 30 de setembro de 2012
NOTA INFORMATIVA
Causo Seidi e Rob Williams, ambos na qualidade de Representantes Oficiais da Federação de Futebol da Guiné-Bissau no Reino Unido e na Republica da Irlanda, vêm, no quadro do programa de desenvolvimento do futebol da Guiné-Bissau, informar a todos os interessados de que irão organizar um torneio de futebol a realizar-se:
Data: Domingo 14/10/2012
Local: Marville Primary School, Lincoln Street, Leytonstone,
London, E11 4PZ
Horário: 9:00 às 14:00 (9am – 2pm)
Idades: Jovens deverão ter 14 anos ou mais
Inscrições abertas.
Os objectivos do torneio são:
1. Identificar talentos que possam no futuro representar a Selecção de Futebol da Guiné-Bissau;
2. Fornecer contactos de academias e/ou de clubes a jogadores interessados em desenvolver o seu potencial futebolístico no Reino Unido;
3. Criar uma Base de Dados de jogadores, residentes no Reino Unido em particular e na Europa em geral, que reúnam condições de representar a Selecção de Futebol da Guiné-Bissau.
Para mais informações por favor contactar:
Sr. Causo Seidi: 074 117 618 78 ou seidiukgb@yahoo.co.uk
ou
Sr. Miguel Sampaio: 079 467 270 52
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